sexta-feira, 24 de abril de 2020

A INSPIRAÇÃO DA BÍBLIA


2Temóteo 3.15-17
E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.
Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça,
Para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

O compêndio conhecido como Bíblia Sagrada é a base da doutrina do cristianismo. A crença na inspiração divina das Sagradas Escrituras é fundamental para a sustentabilidade dos dogmas cristãos. De forma que o ensino doutrinário da inspiração divina da Escritura é o mais importante dentre todos os outros ensinos.

A Bíblia foi inspirada por Deus, e ela compõe a revelação especial do Criador, Cristo Jesus. Tudo o que devemos saber sobre Jesus está contido nas Sagradas Escrituras, tudo o que Deus revelou sobre si mesmo está ali. Sem as Escrituras não saberemos como agradar a Deus, como adorá-lo da maneira correta, como servi-lo.

A doutrina da inspiração divina é importante porque se a Bíblia não for inspirada por Deus perdemos tudo. Essa doutrina é evidente de Gênesis a Apocalipse, porém está mais clara no Novo Testamento. Paulo escrevendo a Timóteo confirma esse ensino: “Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça” (2Tm 3.16).

As palavras inspiradas por Deus em 2 Timóteo 3.16 derivam de uma tradução grega que significa literalmente ‘sopradas por Deus”, perceba que “sopro” e “Espírito” no grego são a mesma palavra, o que significa que essa é uma maneira de dizer que a Escritura é um discurso que procede da boca do próprio Deus.

O texto em 2 Timóteo capítulo 3 ensina não só a inspiração, mas também ensina a inspiração plenária. O que isso significa? Significa que a inspiração é completa, total, plena, o seja, a Bíblia é inspirada em todas as partes, em todos os assuntos que ela aborda, não só nas questões doutrinárias, mas também na geografia, história, ciência e cultura.

Segunda Timóteo também nos ensina que as Escrituras por serem inspiradas é de grande eficiência para: doutrina, repreensão, correção, e instrução na justiça (vv. 15-17).

Assim, no que diz respeito a:
a)Doutrina: Nos ensina o caminho para salvação e de uma vida cristã correta;
b)Repreensão: Alerta do resultado final dos que estão em pecado trazendo de volta para o caminho da salvação;
c)Correção: Nos corrige dos erros na caminhada cristã nos mantendo no caminho;
d)Instrução: A palavra instrução é a mesma que disciplina em Efésios 6.4; instrução que nos leva a maturidade espiritual, a um crescimento em virtude.

Não existe nada mais vital, fundamental e necessário para vida do ser humano do que as Escrituras Sagradas, que são o único meio pelo qual o homem pode se tornar “sábio para Salvação pela fé em Cristo Jesus” (v.15).
Gloria a Deus por nos ter dado esse precioso tesouro, a Bíblia Sagrada.



Por: Romildo C. dos Santos

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Orar Sempre

Luca 18.1-8
1E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca desfalecer,
2 dizendo: Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava homem algum.
3 Havia também naquela mesma cidade uma certa viúva e ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário.
4 E, por algum tempo, não quis; mas, depois, disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens,
5 todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte e me importune muito.
6 E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz.
7 E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles?
8 Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça. Quando, porém, vier o Filho do Homem, porventura, achará fé na terra?

  Um dos temas mais recorrentes na Bíblia é a oração, de Gênesis a Apocalipse se pode perceber tanto de forma implícita como explicita a importância de orar.

  A parábola do texto em questão nos ensina o quão importante é orarmos sempre e jamais desistir, o apóstolo Paulo enfatiza isso na sua primeira carta aos Tessalonicenses (Orai sem cessar - 2Tss 5.17).

  De forma geral o homem está na mesma posição da mulher da história narrada em Lucas. A viúva tinha um adversário, de igual modo a humanidade e em especial a igreja tem um adversário, o diabo (1Pe 5.8).

  Existe uma guerra sendo travada nas regiões espirituais (Ef 6.10-12), o homem não pode lutar sozinhos apenas com a força do seu braço, precisa de auxilio de reforço que vem do alto do único que pode fortalecê-lo e lhe dá a vitória, Deus o Senhor.

  O pecado nos enfraquece e o inimigo tenta nos enganar, procurando cegar nossa visão turvar nosso entendimento. A ajuda só pode ser pedida pela oração, precisamos estar em contato com o nosso comandante, ter contato com a fonte de nossa vida e força para prosseguirmos avante ganhando território e vencendo cada batalha. Eis o motivo porque os homens devem orar.

  O injusto juiz da narrativa em Lucas por fim julgou a causa da mulher viúva que o importunava, o texto diz, na verdade que ele o fez para que a mulher não voltasse mais a importuná-lo. Assim, a lição que Jesus nos passa aqui é que se um juiz injusto atendeu o pedido de uma pessoa que insistentemente o incomodava com o seu pedido, para dela se ver livre, quanto mais nosso Pai Celeste, que nos ama e nos quer bem!

  Então oremos, oremos e oremos mais, oremos em todo tempo, oremos sem cessar.



Por: Romildo C. Santos




segunda-feira, 6 de abril de 2020

O Evangelho de Marcos


Marcos 2. 23-28; 3.1-6

23 E aconteceu que, passando ele num sábado pelas searas, os seus discípulos, caminhando, começaram a colher espigas
24 E os fariseus lhe disseram: Vês? Por que fazem no sábado o que não é lícito
25 Mas ele disse-lhes: Nunca lestes o que fez Davi, quando estava em necessidade e teve fome, ele e os que com ele estavam
26 Como entrou na Casa de Deus, no tempo de Abiatar, sumo sacerdote, e comeu os pães da proposição, dos quais não era lícito comer senão aos sacerdotes, dando também aos que com ele estavam?
27 E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem, por causa do sábado.
28 Assim, o Filho do Homem até do sábado é senhor.

Cap. 3. 1-6
1 E outra vez entrou na sinagoga, e estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada
2 E estavam observando-o se curaria no sábado, para o acusarem.
3 E disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te e vem para o meio.
4 E perguntou-lhes: É lícito no sábado fazer bem ou fazer mal? Salvar a vida ou matar? E eles calaram-se.
5 E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a mão, sã como a outra.
6 E, tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, procurando ver como o matariam.


13. JESUS É SENHOR ATÉ MESMO DO SÁBADO
O evangelho abre as portas da liberdade para os prisioneiros do legalismo. O Senhor Jesus oferece algo novo e verdadeiro, muito maior, superior, às regras e rituais da religiosidade.

O sábado se tornara um peso enorme sobre os ombros dos judeus, o que era para ser apreciado como benção do Senhor passou a ser um ato religioso com regras escravizastes e opressoras.

Os fariseus tornaram o sábado judaico em um carrasco do homem, um fardo insuportável em vez de um elemento terapêutico. Eles tinham acrescentado à lei 39 regras sobre a maneira de guardar o sábado, tornando a sua observância um fator escravização e opressor.

O incidente ocorrido no episódio dos discípulos colhendo e debulhando o milho para comerem num dia de sábado, fazendo com que os fariseus nos acusem de estarem quebrando a lei e assim cometendo um pecado mortal cria uma oportunidade para Jesus ensinar lições importantes:

1ª - Os discípulos não estavam fazendo algo proibido (2.23,24). A prática de colher espigas nas searas para comer estava rigorosamente de conformidade com a lei de Moisés (Dt 23.24, 25). Mas os escribas e fariseus estavam escondendo a verdadeira lei de Deus debaixo da montanha de tradições tolas que eles tinham fabricado.

2ª - O conhecimento da Palavra é o meio de nos livrarmos do legalismo (2.25,26). Jesus cita a Escritura para os fariseus e mostra como Davi quebrou a lei cerimonial comendo com seus homens os pães da proposição só permitidos aos sacerdotes (1Sm 21.1-6). Só os sacerdotes podiam comer esse pão da proposição (Lv 24.9), mas a necessidade humana prevaleceu sobre a lei cerimonial.

Ora, se Davi tinha o direito de ignorar as provisões cerimoniais, divinamente ordenadas, quando a necessidade exigia, não teria Jesus, o Filho de Deus, num sentido muito mais evidente, o direito, sob as mesmas condições de necessidade, de deixar de lado os regulamentos sabáticos não autorizados, feitos pelo homem?

O dia do descanso nunca é tão sagrado como quando é usado para prestar ajuda aos necessitados. O árbitro final com respeito aos ritos sagrados não é o legalismo, mas o amor.

3ª – O homem vale mais do que os ritos sagrados (2.27). O sábado foi feito para o bem físico, mental e espiritual do homem. Ele foi dado como uma bênção e não como um fardo. Esse foi o propósito que o sábado foi criado por Deus.

Deus não criou o homem por causa do sábado, mas o sábado por causa do homem. O homem não foi criado por Deus para ser vítima e escravo do sábado, mas o sábado foi criado para que a vida do homem fosse mais plena e feliz.

Jesus está dizendo com isso que a religião cristã não consiste de regras. As pessoas são mais importantes que o sistema. A melhor maneira de adorar a Deus é ajudando as pessoas. A melhor maneira de fazer uso das coisas sagradas é pondo-as a serviço dos que padecem necessidade.

4ª - O senhorio de Cristo traz liberdade e não escravidão (2.28). Jesus é o Senhor do sábado. Seu senhorio não é escravizante nem opressor. O legalismo é um caldo mortífero que envenena, asfixia e mata as pessoas. Ele é vexatório e massacrante. Chegou a ponto de transformar o que Deus criou para aliviar o homem, o sábado, num tirano cruel. Jesus veio para estabelecer sobre nós seu senhorio de amor. Agostinho disse que quanto mais servos de Cristo somos, mais livres nos sentimos. Jesus é maior do que o templo (Mt 12.6), maior que Jonas (Mt 12.41), maior que Salomão (Mt 12.42) e maior que o sábado (2.28).

No capitulo 3 nos mostra mais um episódio que retrata a religiosidade dos fariseus. E nesse momento aprendemos valiosas lições do Senhor Jesus. Aqui Cristo nos mostra duas formas de religião, uma que é vida e outra que é morte. Persebemos também que Jesus tinha o costume e a legria de estar indo sempre à sinagoga, ele era assíduo na casa de Deus.  

Quando Jesus entrou naquela sinagoga, Ele viu duas classes de pessoas:
Primeiro, ele viu gente mirrada. Havia um homem doente, encolhido, machucado pela vida, com a mão direita seca naquela sinagoga. Possivelmente aquele homem foi trazido pelos próprios fariseus, com o objetivo de o acusarem. O melhor que ele tinha estava seco e mirrado. Há pessoas mirradas ainda hoje no meio da congregação, gente com deformidades físicas, emocionais e morais. Gente que carrega o peso dos traumas e das avassaladoras deficiências.

Segundo, ele viu gente cética. Ali estavam os escribas e fariseus observando Jesus (Lc 6.7). Esses fiscais da vida alheia o seguiam por onde quer que Ele fosse a fim de encontrar um motivo para acusá-lo (2.6,7,16,24; 3.2). Eles não estavam na sinagoga para buscar a Deus nem para ajudar o próximo. Eles foram à Casa de Deus para criticar e acusar em vez de alegrar-se com a libertação dos cativos. Há muitas pessoas que ainda hoje lotam as igrejas não para adorar a Deus, mas para observar a vida alheia e criticar o pregador.

O texto nos mostra que os fariseus não valorizavam a vida humana, eles dão mais valor aos rituais religiosos, esquecendo-se da misericódia de Deus. Os escribas e fariseus estavam prontos a tirar uma ovelha de um buraco, no sábado, mas não aceitavam que aquele homem fosse curado no sábado. Para eles, uma ovelha valia mais que um homem.Jesus etretanto valorizava mais a vida do ser humano do que ritos e legalismo religioso. 


Por: Romildo Coelho dos Santos.
REFERÊNCIAS:
AMME. O Livro de Marcos. Santo André, SP. Ed. Mundo Cristão. 2015.
LOPES, Hernandes Dias. Comentários Expositivos Hagnos.


quinta-feira, 2 de abril de 2020

DO QUE DEVO RECLAMAR ?


TEXTO: AMÓS 3.6 / LAMENTAÇÕES 3.38

Tocar-se-á a buzina na cidade, e o povo não estremecerá? Sucederá qualquer mal à cidade, e o SENHOR não o terá feito? (Am 3.6)

Acaso, não procede do Altíssimo tanto o mal como o bem? (Lm 3.38)

Os textos acima citados falam a respeito de calamidades, tragédias, sofrimentos que o homem pode passar (como essa do COVID-19).

Quero iniciar abordando um conceito que existe no meio cristão:

SATANÁS, É O RESPONSÁVEL, O AUTOR DE TODO O MAL QUE ACONTECE NO MUNDO.
Com base em uma interpretação sobre a revelação progressiva das Escrituras alguns teólogos argumentam que os escritores do velho testamento não tinham uma noção correta de quem era Satanás, então, eles atribuíam todo o mal que se sucedia ao homem a autoria de Deus.

Em outras palavras, o que eles afirmam é que por causa falta de noção ou conhecimento dessa figura maligna, os autores da AT equivocamente atribuíam todo o mal, desgraças, calamidades a Deus.

QUAL O PROBLEMA DESSA INTERPRETAÇÃO?
Existem dois problemas quanto a essa afirmação:

1º) Atribui erros ao que os escritores escreveram; o que significa dizer que os escritores por terem noções teológicas erradas, por ter conceitos errados e não terem a noção correta inseriram esses erros nas Sagradas Escrituras que eles impelidos pelo Espírito Santo escreveram.

2º) Anula a doutrina da inerrância da Bíblia; ora se os autores cometeram erros ao escreveram segue-se, então, o raciocínio de que a Bíblia contém erros e de que não é inspirada, de que os autores não foram guiados por Deus nessa obra.

A CONFUSÃO NA INTERPRETAÇÃO
O erro interpretativo se dá porque os que defendem essa tese dizem que a revelação progressiva ou incompleta do AT é também uma revelação incorreta!

Isso é um erro! É claro que a revelação no AT está incompleta, a revelação de Deus se completa no NT. Porém por ser incompleta a revelação no AT não significa que ela é incorreta, pelo contrário ela é plenamente, totalmente correta! O Espirito Santo foi o condutor dos escritores de toda a Escritura. Vejamos o que diz Pedro em sua carta: 

“sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.”  (2Pe 1.20,21).

Dito isso voltemos agora a:

A FALHA NO CONCEITO INICIAL (SATANÁS COMO AUTOR DE TODOS OS MALES)
Como disse no início os que defendem essa tese, dizem que os autores do AT, bem como os que viviam naquela época não tinham conhecimento de um ser chamado Satanás ou no mínimo não tinham uma noção clara desse ser maligno. (Essa era a base para defesa do argumento de Deus como autor do mal).

Porém dizer que os autores do AT, principalmente os profetas e escritores da Bíblia não tinham nenhuma noção de quem era Satanás é um ERRO! Eles tinham, sim, noção da figura de Satanás como um ser maligno.

Vejamos alguns textos Bíblicos que demonstram essa tese:

NO PERÍODO PATRIARCAL
Em Gn 3.1-5 – A serpente como figura de Satanás;
Jó 1.6 e 2.1 – Satanás aparece de forma clara;

NO PERÍODO DOS REIS DE ISRAEL
1Cr 21 – Satanás incita Davi a fazer o censo de Israel;
Zc 3.1,2 – O Senhor repreende Satanás nesse texto.

Assim, esses e outros textos nos deixa claro que os autores, leitores, ouvintes, as pessoas na época dos escritos bíblicos e anteriores tinham, sim, conhecimento desse ser do mal que é Satanás. Entretanto eles atribuíam a autoria de todas as calamidades, desastres, ruinas... de todo o mal a Deus o Criador.

Sim, mesmo que essa verdade nos incomode, Deus é tanto o planejador como o executor de toda calamidade que sobrevenha sobre o mundo.

UMA QUESTÃO QUE DEVE SER RESPONDIDA: QUEM FOI, ENTÃO, QUE CAUSOU TODO A MAL A JÓ?
A Bíblia relata no livro de Jó que foi Satanás que executou, que causou toda a desgraça na vida de Jó, foi ele que agiu e trouxe as catástrofes, morte e doença...realmente o texto bíblico é claro com relação a tudo isso.

Porém, se o leitor diligente não parar nos capítulos 1 e 2 e for até o final do livro vai se surpreender. Vejamos, então, Jó 42.11:


“Então, vieram a ele todos os seus irmãos e todas as suas irmãs e todos quantos dantes o conheceram, e comeram com ele pão em sua casa, e se condoeram dele, e o consolaram de todo o mal que o SENHOR lhe havia enviado; e cada um deles lhe deu uma peça de dinheiro, e cada um, um pendente de ouro.”


Veja: Deus foi quem trouxe todo mal sobre Jó!
O Senhor foi a fonte primária de tudo, Satanás foi a fonte secundária.
Satanás foi apenas um instrumento nas mãos de Deus para cumprir a Sua vontade.

DIANTE DESSA VERDADE QUAL É, ENTÃO, NOSSA ATITUDE?
Vejamos o que diz o profeta Jeremias em Lamentações:
Lm 3.38 - Porventura da boca do Altíssimo não sai o mal e o bem?
Lm 3.39 - De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados.

A lição que o profeta nos deixa aqui é: O Senhor é Soberano dele provem tanto as desgraças como as bem-aventuranças, tanto a maldição como as bênçãos, não posso reclamar dessas coisas.

Só posso reclamar em forma de lamentação dos pecados que tenho cometido. Assim, a causa das minhas murmurações, se elas existirem que seja a lamentação pelos meus pecados. Que eu me arrependa dos meus erros e clame a Deus, o Soberano Senhor pela misericórdia e perdão.


Amem!

Por Romildo C. do Santos