sábado, 16 de maio de 2020

O Evangelho de Marcos

Marcos 3. 13-19
13 Jesus subiu a um monte e convocou para si aqueles a quem Ele queria. E eles foram para junto dele.
14 E escolheu doze, qualificando-os como apóstolos, para que convivessem com Ele e os pudesse enviar a proclamar.
15 E tivessem autoridade para expulsar demônios.
16 Ele constituiu, pois, os Doze: Simão, a quem atribuiu o nome de Pedro.
17 Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, aos quais deu o nome de Boanerges, que quer dizer, “filhos do trovão”.
18 E depois, André; Filipe; Bartolomeu; Mateus; Tomé; Tiago, filho de Alfeu; Tadeu; Simão, o zelote;
19 e Judas Iscariotes, que o traiu.

15. O MESTRE ESCOLHE DOZE APÓSTOLOS

O Senhor Jesus no início de seu ministério terreno escolheu dentre muitos que o estavam seguindo 12 (doze) para andarem com ele mais próximo e aprenderem dele e assim pudesse posteriormente enviá-los a anunciar as boas novas e fazerem discípulos.

Esses doze que Jesus separou ele os chamou de apóstolos. Discípulo é um aprendiz, apóstolo é um enviado com uma comissão, um embaixador em nome do Rei.

Jesus só teve doze apóstolos. Os apóstolos foram os instrumentos para receberem a revelação de Deus e forma inspirados por Deus para o registro das Escrituras. Não há sucessão apostólica. Os apóstolos não tiveram sucessores depois que morreram. Um apóstolo precisava ter visto a Cristo ressurreto (1Co 9.1), ter tido comunhão com Cristo (At 1.21,22) e ter sido chamado pelo próprio Cristo (Ef 4.11). Os apóstolos receberam poder especial para realizar milagres como prova de sua credencial (At 2.43; 5.12; 2Co 12.12; Hb 2.1-4).




Por: Romildo C. Santos

REFERÊNCIAS:
AME.O Livro de Marcos. Santo André, SP. Ed. Mundo Cristão. 2015.
LOPES, Hernandes Dias. Comentários Expositivos Hagnos.

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