sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Como Evitar Desequilíbrios Religiosos

Arthur W. Pink

Os nossos esforços para sermos corretos nos podem conduzir ao erro.

A operação do Espírito, no coração humano, não é inconsciente nem automática. A vontade e a inteligência humana devem ceder e cooperar com as benignas intenções de Deus. Penso que é neste ponto que muitos de nós se perdem. Ou tentamos nos tornar santos, e, então, falhamos miseravelmente; ou, então, procuramos atingir um estado de passividade espiritual, esperando que Deus aperfeiçoe nossa natureza, em santidade, como alguém que se assentasse esperando que um ovo de pintarroxo chocasse sozinho. Trabalhamos febrilmente para conseguir o impossível, ou não trabalhamos de forma alguma. O Novo Testamento nada conhece da operação do Espírito em nós, à parte de nossa própria resposta moral favorável. Vigilância, oração, autodisciplina e aquiescência inteligente aos propósitos de Deus são indispensáveis para qualquer progresso real na santidade. Existem certas áreas de nossas vidas em que os nossos esforços para sermos corretos nos podem conduzir ao erro, a um erro tão grande que leva à própria deformação espiritual. Por exemplo:

1) Quando, em nossa determinação de nos tornarmos ousados, nos tornamos atrevidos. Coragem e mansidão são qualidades compatíveis; ambas eram encontradas em perfeitas proporções em Cristo, e ambas brilharam esplendidamente na confrontação com os seus adversários. Pedro, diante do sinédrio, e Paulo, diante do rei Ágripa, demonstraram ambas essas qualidades, ainda que noutra ocasião, quando a ousadia de Paulo temporariamente perdeu o seu amor e se tornou carnal, ele houvesse dito ao sumo sacerdote: “Deus há de ferir-te, parede branqueada”. No entanto, deve-se dar um crédito ao apóstolo, quando, ao perceber o que havia feito, desculpou-se imediatamente (At 23.1-5).

2) Quando, em nosso desejo de sermos francos, tornamo-nos rudes. Candura sem aspereza sempre se encontrou no homem Cristo Jesus. O crente que se vangloria de sempre chamar de ferro o que é de ferro, acabará chamando tudo pelo nome de ferro. Até o fogoso Pedro aprendeu que o amor não deixa escapar da boca tudo quanto sabe (1 Pe 4.8).

3) Quando, em nossos esforços para sermos vigilantes, ficamos a suspeitar de todos. Posto que há muitos adversários, somos tentados a ver inimigos onde nenhum deles existe. Por causa do conflito com o erro, tendemos a desenvolver um espírito de hostilidade para com todos quantos discordam de nós em qualquer coisa. Satanás pouco se importa se seguimos uma doutrina falsa ou se meramente nos tornamos amargos. Pois em ambos os casos ele sai vencedor.

4) Quando tentamos ser sérios e nos tornamos sombrios. Os santos sempre foram pessoas sérias, mas a melancolia é um defeito de caráter e jamais deveria ser mesclada com a piedade. A melancolia religiosa pode indicar a presença de incredulidade ou pecado, e, se deixarmos que tal melancolia prossiga por muito tempo, pode conduzir a graves perturbações mentais. A alegria é a grande terapia da mente. “Alegrai-vos sempre no Senhor” (Fp 4.4).

5) Quando tencionamos ser conscienciosos e nos tornamos escrupulosos em demasia. Se o diabo não puder destruir a consciência, seus esforços se concentrarão na tentativa de enfermá-la. Conheço crentes que vivem em um estado de angústia permanente, temendo que venham a desagradar a Deus. Seu mundo de atos permitidos se torna mais e mais estreito, até que finalmente temem atirar-se nas atividades comuns da vida. E ainda acreditam que essa auto-tortura é uma prova de piedade.

Enquanto os filósofos religiosos buscam corrigir essa assimetria (que é comum à toda raça humana), pregando o “meio-termo áureo”, o cristianismo oferece um remédio muito mais eficaz. O cristianismo, estando de pleno acordo com todos os fatos da existência, leva em consideração este desequilíbrio moral da vida humana, e o medicamento que oferece não é uma nova filosofia, e sim uma nova vida. O ideal aspirado pelo crente não consiste em andar pelo caminho perfeito, mas em ser conformado à imagem de Cristo.

Fonte: Editora Fiel

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Evangélicos se unem a católicos na Jornada Mundial da Juventude

Em países onde o cristianismo é minoria, não é difícil ver evangélicos e católicos se unindo, dividindo espaços e até congregando juntos. A missão Portas Abertas, e outras similares que lutam contra a perseguição de cristãos no mundo, já ajudou em campanhas pela libertação de católicos presos em nome de sua fé.
Fundada durante a Guerra Fria, a Portas Abertas tinha como principal objetivo contrabandear Bíblias. Aos poucos foi crescendo e hoje atua em quase todo o mundo, sendo conhecida por suas campanhas pelos direitos humanos daqueles homens e mulheres que sofrem perseguições e são presos e mortos por ousarem crer em Cristo.
Além de divulgar as histórias dessas pessoas, pedem orações em favor delas e coletam assinaturas de cristãos de todo o mundo, usando-as para pressionar as autoridades. São muitas as histórias de sucesso com essa estratégia.
Durante a Jornada Mundial da Juventude, neste final de semana, seus representantes no Brasil se uniram aos católicos. Não para ver o papa, mas seu objetivo é coletar assinaturas dos peregrinos para sua atual campanha que visa defender os cristãos perseguidos na Síria.
Integrantes do Underground, um ministério da PA voltado para os de jovens, carregavam cartazes e anunciam em alto-falante que precisavam de apoio para o abaixo-assinado que exige uma atuação mais enérgica do governo sírio na proteção aos cristãos.
Alyne Romeiro, coordenadora do Underground, explica: “Essa galera reunida quase toda é evangélica. Temos batistas, assembleianos, presbiterianos, congregacionais, mas também temos católicos envolvidos conosco na Portas Abertas”.

Diz ainda que se surpreendeu positivamente com a JMJ e com o “intercâmbio” desses grupos que no Brasil dificilmente andam juntos. “Os católicos estão se interessando muito pelo assunto, preenchem, assinam o documento e falam: quero apoiar os meus irmãos, também”, ressalta. Com informações Último Segundo.

FONTE: GOSPELPRIME


Papa Francisco reza com pastores e fiéis da Assembleia de Deus

Antes do evento de quinta-feira (25) em Varginha, no Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio, o Papa Francisco fugiu mais uma vez do protocolo. Como o acesso ao campo fica em frente a um templo da Assembleia de Deus, ele decidiu entrar.
Convidou pastores e fiéis que estavam no local para declamarem juntos um “Pai Nosso”.  “Estávamos na congregação e recebemos um representante da equipe dele (Francisco). Perguntou se poderia passar aqui. Aceitamos, claro, afinal somos irmãos em Cristo. É uma interação positiva, nós (cristãos) aprendemos sempre que não existe essa diferença e nem deve haver briga. Sem paz com todos, não veremos Deus”, explicou o pastor Elenilson Ribeiro.
O pastor Eliel Magalhães, da mesma igreja, explicou que o templo ficou aberto durante o evento para servir de apoio aos católicos que foram ver o Papa.
“A gente tem o seguinte posicionamento: Jesus Cristo é o senhor. Nosso Pontífice não é o Papa, mas ficamos muito contentes com a visita. Deixamos a igreja aberta para apoiar as pessoas, quem precisasse ir ao banheiro beber uma água”, esclareceu Magalhães.
O padre Márcio Queiroz, que acompanhou o pontífice na visita à favela, relatou que “Caminhando pela comunidade, chegamos até a igreja evangélica. Eu mostrei a ele que eles estavam no templo, e ele pediu para ir até lá para cumprimentá-los. O papa falou com o pastor e com as pessoas que estavam lá, e os convidou a rezarem um Pai Nosso”, disse.
Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, ressaltou que “Foi um momento ecumênico, espontâneo e muito bonito”. Curiosamente, as grandes redes de TV que cobriam o evento não deram destaque a esse encontro que não é novidade para Francisco.
Quando Jorge Bergoglio foi escolhido para ser o sumo pontífice, o evangelista Luis Palau afirmou: “Eu me encontrei com o agora Papa Francisco várias vezes durante nossas visitas a Argentina… ele é um grande amigo dos evangélicos. Sempre teve um grande respeito pelos evangélicos”. Em junho, seis pastores evangélicos pentecostais da Argentina visitaram o Papa Francisco em sua residência no Vaticano.
O encontro durou uma hora e meia, e os líderes evangélicos, disseram ser amigos desde que Bergoglio era o arcebispo de Buenos Aires. Ele se encontrava com os pastores seguidamente nas reuniões da Comunidade Renovada de católicos e evangélicos no Espírito Santo (CRESCER). Com informações Jornal Extra e 
Agência Brasil.

FONTE: GOSPELPRIME

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nigeriano sobrevive dois dias em bolha de ar dentro de navio naufragado

                           E ainda tem gente que não acredita que Deus existe.

Cozinheiro de 29 anos foi único sobrevivente de acidente com rebocador no fim de maio. Na escuridão total, ele diz que escutou os corpos dos colegas mortos sendo comidos por peixes.


Depois de dois dias preso em uma água congelante e respirando em uma bolha de água em um rebocador que naufragou, Harrison Okene tinha certeza de que morreria. Então a luz de uma lamparina iluminou a escuridão.

Harrison Okene, 29, é visto do lado de fora de um hotel em Warri, cidade petrolífera da Nigéria (12/06)



Cozinheiro do navio, Okene, 29, estava a bordo do rebocador Jascon-4 quando ele naufragou em 26 de maio por causa de uma forte tempestade no Oceano Atlântico a cerca de 30 km da costa da Nigéria, quando estabilizava um cargueiro de petróleo em uma plataforma da Chevron. Dos 12 a bordo, mergulhadores recuperaram dez corpos, enquanto outra pessoa continua desaparecida.


De alguma forma Okene sobreviveu, respirando dentro de uma bolha de ar de quase 1,3 metro de altura enquanto ela encolhia nas águas que lentamente subiam do chão de um banheiro minúsculo e quarto adjacente onde ele buscou refúgio, até que dois mergulhadores sul-africanos eventualmente o resgataram.



"Estava lá na água em total escuridão apenas pensando que era o fim. Pensava que a água ia encher o cômodo, mas não o fez", disse Okene. "Tinha fome, mas sentia mais sede. A água salgada tirou a pele da minha língua", contou. A água do mar entrou em sua boca, mas ele não tinha nada para beber ou comer durante seu calvário.



Às 4h50 (horário local) de 26 de maio, Okene disse que estava no banheiro quando percebeu que o rebocador começou a tombar. Enquanto a água entrava e o Jascon-4 virava de cabeça para baixo, ele abriu à força a porta de metal.



"Enquanto saía do banheiro estava um breu, então tentávamos sair pela escotilha de saída", Okene disse à Reuters em sua casa em Warri, uma cidade na área produtora de petróleo do Delta do Níger, Nigéria.



"Três caras estavam na minha frente, e de repente a água entrou com toda força. Vi os três serem levados um depois do outro. Sabia que eles tinham morrido."


O que ele não sabia é que passaria os próximos dois dias e meio preso sob a água, rezando para que fosse encontrado.


Virando-se para a única saída que tinha, Okene foi empurrado por uma estreita passagem pela água que subia para um outro banheiro, dessa vez adjacente à cabine de um oficial do navio, enquanto a embarcação naufragada atolava no chão oceânico. Para sua surpresa, ele ainda respirava.


Vestido apenas com sua roupa de baixo, Okene sobreviveu por um dia no banheiro exíguo, segurando-se no lavatório inclinado para manter sua cabeça fora da água. Ele criou a coragem para abrir a porta e nadar para dentro do quarto do oficial e começou a arrancar os painéis da parede para usar como uma pequena balsa para ficar fora da água gelada. Ele percebeu que estava sozinho na escuridão.
"Mas podia perceber que os corpos dos meus colegas tripulantes estavam perto. Podia sentir seu cheiro. Os peixes entraram e começaram a comê-los. Pude ouvir o som. Foi horrível."
O que Okene não sabia era que uma equipe de mergulhadores enviados pela Chevron e pela proprietária do rebocador, a West African Ventures, procurava os tripulantes, com a ideia de que já estavam mortos. Então, na tarde de 28 de maio, Okene os ouviu.
"Ouvi um som de um martelo batendo no barco. Mergulhei e achei um distribuidor de água. Puxei o filtro de água e bati no lado da embarcação esperando que alguém me ouvisse. Então o mergulhador deve ter ouvido um som."
Os mergulhadores entraram no navio e Okene viu a luz de uma lamparina no capacete de alguém. "Eu nadei e toquei nele. Acenei com minhas mãos e ele ficou chocado", disse Okene com seu alívio ainda visível.
A equipe de mergulhadores colocou uma máscara de oxigêneo em Okene, bem como um roupa e um capacete de mergulho, e ele chegou à superfície às 19h32, mais de 60 horas depois de o barco ter afundado.
Okene disse que passou mais de 60 horas em uma câmara de descompressão em que a pressão de seu corpo voltou ao normal. Se tivesse sido exposto imediatamente ao ar de fora, teria morrido.
O cozinheiro descreve sua história de sobrevivência como um "milagre", mas as memórias de seu período na escuridão das águas ainda o perseguem e ele não tem certeza se algum dia voltará ao mar.
"Às vezes quando estou dormindo em casa parece que minha cama está afundando. Penso que ainda estou no mar. Eu levanto num pulo e grito", Okene contou. "Não sei o que impediu a água de encher o cômodo. Chamei por Deus. Ele fez isso. Foi um milagre."


    quarta-feira, 5 de junho de 2013

    Em protesto, evangélicos chamam casamento gay de 'obra do diabo'

    Manifestação em Brasília, convocada pelo pastor Silas Malafaia, reuniu milhares que criticaram o aborto e a proposta que torna crime a homofobia

    Em meio a acalorado discurso durante protesto em Brasília nesta quarta-feira (5), o pastor da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo Silas Malafaia perguntou à plateia: “O que dois homens e duas mulheres produzem?”. Eufórico em meio a multidão, estimada em 40 mil pessoas pela Polícia Militar, o aposentado Alonzo Mirandola respondeu: “Safadeza! Sem-vergonhice!”

    O aposentado viajou 22 horas em ônibus fretado para participar da manifestação pela família em frente ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (5). Ele contou que de Vitória, onde mora, saíram cerca de 30 ônibus lotados de fiéis para “defender” a família contra o que considera “obra do diabo”.

    Nessa obra, segundo Alonzo, estão os projetos de lei que reconhecem o “casamento de dois machos e duas mulheres”. “O diabo chegou aqui em Brasília e implantou o reino dele. Querem tirar o valor da família. Como eles, os gays, não têm as famílias deles, querem tirar a nossa”, protestou. “O que alguns políticos e a imprensa querem é empurrar na nossa garganta a ideia de que dois homens e duas mulheres formam uma família e isso nós não aceitamos”.

    A organização da manifestação chegou a anunciar 100 mil participantes. A “manifestação pacífica” foi convocada por Malafaia, “em defesa da liberdade de expressão, liberdade religiosa, da família tradicional e da vida”. O objetivo era marcar posição contra o casamento gay, o aborto e o Projeto de Lei 122, que criminaliza a homofobia.


                        Aposentado veio de Vitória para o protesto. Assista

    Malafaia, o grande anfitrião do evento argumentava contrário ao casamento gay. “Vamos arrumar uma ilha deserta e mandar dois gays para lá. Quero ver se depois que passarem os anos haverá raça humana”, disse o pastor em meio a mais de 50 políticos e pastores.

    Em alguns momentos, a manifestação se parecia mais com um comício. O senador Magno Malta (PR-ES) chegou a provocar o público dizendo que forças contrárias aos evangélicos queriam impedir a eleição de representantes religiosos nas próximas eleições. “Não querem deixar a gente votar”, disse o senador. A plateia respondeu em coro: “A gente vota, a gente vota”.

    Em silêncio, a família formada pelo pastor batista Valdir Contaifer, sua mulher, Morgana, e a filha Sarah, de 17 anos, empunhavam um cartaz em defesa da “liberdade de se proclamar o que se crê”. Para Morgana a proposta que criminaliza a homofobia, em discussão no Congresso, é desnecessária.

    “O respeito tem que existir em qualquer situação”. Ela argumentou que a igreja deve ter o direito de condenar a “prática do homossexualismo”, mas não acredita que esse discurso seja capaz de gerar violência contra gays. “Nós temos que amar os gays. O que a gente prega é o respeito”, declarou. “Nenhuma liberdade que gere violência pode ser considerada liberdade”, argumentou.

    Quanto aos políticos, Morgana é mais cética. “A gente veio aqui pelo que eles falam em relação à família. Mas achar que eles são exemplo de ética é bem diferente”, declarou. “Viemos comer o peixe e jogar fora as espinhas”, argumentou Morgana.

    Seu marido repetiu o principal argumento utilizado pelos evangélicos para justificar que tem sentido o racismo ser considerado crime no Brasil e a homofobia não. “Eu sou negro, mas eu não escolhi ser negro. Já o homossexual escolheu essa prática”.

    Já o casal de vigilantes Lissandra Silva e Jean Carlos Almeida fez questão de demonstrar sua união ao posarem para fotos em frente a uma bandeira improvisada com a inscrição “família tradicional”. “Somos vigilantes, vigilantes da família”, declarou Lissandra que se disse contrária à união civil entre pessoas do mesmo sexo.

    “O que nos trouxe aqui é que a gente acredita na família. O que mais temo é pelos meus filhos. Eles não podem viver sem os valores da família”, disse a vigilante que faz parte da Igreja Evangélica Petencostal Missionária Ebenezer, de Sobradinho II, na periferia de Brasília.



    FONTE: http://ultimosegundo.ig.com.br

    Justiça proíbe realização de cultos religiosos em vagões nos trens da Supervia


    Caso a decisão seja descumprida, a empresa poderá sofrer multa diária de R$ 5 mil

    O DIA
    Rio - A Justiça do Rio proibiu a realização de cultos religiosos em vagões nos trens da SuperVia. A decisão, publicada nesta quarta-feira, é favorável à ação movida pelo promotor Rodrigo Terra, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte.

    Segundo a decisão, a SuperVia terá de providenciar a colocação de avisos em suas bilheterias e trens, comunicando ao público a proibição de cultos religiosos em seus vagões. Além disso, a empresa deverá informar sobre a posibilidade do uso de força coercitiva, pela autoridade competente, e caso a ordem seja descumprida, a concessionária poderá sofrer multa diária de R$ 5 mil.

    De acordo com o promotor Rodrigo Terra, as reclamações à SuperVia apontam que as manifestações religiosas incomodam grande parte dos usuários, por serem feitas em voz alta, por meio de entonação de cânticos, instrumentos musicais, gritarias e ofensas verbais àqueles que não comungam da mesma fé.


    domingo, 2 de junho de 2013

    “Casamento homossexual só no inferno”, diz advogado evangélico


    O advogado, Matheus Sathler, usou o altar do Ministério Missão Vida da Assembleia de Deus para criticar em um discurso polêmico, sem meias palavras, sobre a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios de todo Brasil a realizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. “Essa aberração desse chamado casamento…, isso não é casamento na terra, no céu, isso é casamento só no inferno. Macho com macho não vai ser casamento nunca”.
    Intitulado “Advogado: casamento homossexual só no inferno”, o vídeo foi postado pelo próprio Matheus no YouTube com o intuito de usar a rede social para chamar a atenção dos evangélicos pelo que defende.
    “Deus quer usar você irmão para trazer mudança na sociedade, você como macho, como homem, não deve ter vergonha dessa característica dada por Deus. E não se envergonhar de andar com homem também, sem brinquinho na orelha, sem cabelinho de mulher, sem falar fino, sem ter a mãozinha com base. É uma honra a gente ser homem né irmãos e sermos a imagem e semelhança do nosso Pai”. 
    (Fonte: Redação Gospel)

    quinta-feira, 30 de maio de 2013

    Marcha Para Jesus: ‘forçando’ Deus a aceitar o que é de César

    Eventos evangelísticos e os recursos públicos
    A Marcha para Jesus é um evento internacional que vem se expandindo desde sua idealização, em 1987, na cidade de Londres. No ano de 1993, o evento foi realizado pela primeira vez no Brasil. Atualmente, faz parte do calendário de diversas cidades brasileiras.
    Em um primeiro momento, os cristãos poderiam imaginar que a Marcha para Jesus seria um culto, uma celebração ao Senhor, que dá nome ao evento. Parece ser evangelístico e, em alguns lugares, pode até ser. Alias, espero que seja, desde que não haja recursos públicos envolvidos. Todavia, para ser patrocinado pela prefeitura carioca, necessariamente, não pode ser um evento evangelístico, tendo em vista o preceito contido no artigo 19 da Constituição Federal, que fala da laicidade do Estado Brasileiro. Para ter este patrocínio, deve ser visto como um movimento político, uma ação afirmativa, ou qualquer outra coisa, menos um evento evangelístico. Basta observar que alguns políticos e pastores serão prestigiados e outros “esquecidos”, tudo com base na aliança política estabelecida.
    Não é prática comum na política qualquer governante liberar recursos para movimentos que se oponham às suas ações. Sequer esperamos que isto ocorra, pois seria incoerência. Dessa forma, fica evidente que essa liberação de recursos revela uma aliança política que pode ser apoiada por parte dos evangélicos, mas reprovada por muitos outros: em si, já expõe divisão, mostrando as marcas dos interesses de grupos e a distância entre a prática do evangelismo e a do ativismo.
    Por outro lado, há também o ativismo evangélico. É legítimo que ele ocorra, pois os evangélicos também são cidadãos. Todavia, esse ativismo não produz nenhum efeito para o Reino de Deus, pois a sociedade vê como uma atividade política, como o é. A maior demonstração disso é que os governos até liberam recursos públicos para a sua realização, como é o caso da Marcha para Jesus, na Cidade do Rio de Janeiro, que tem recursos da prefeitura da Cidade. O efeito disso é que o recebimento de recursos para um evento “evangélico” fragiliza a força e a credibilidade dos evangélicos para defender com a autonomia necessária seus princípios eventualmente colocados em risco pela prefeitura patrocinadora.


    As cidades que apresentam maior número de evangélicos no Estado do Rio de Janeiro, bem como os estados mais evangelizados do Brasil, não alcançaram estes resultados com recursos públicos. A Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, é um grande exemplo. Região com vários municípios sofridos, porém, com maioria de evangélicos. Estes grupos de pessoas se tornaram exemplos, não por serem apoiados por recursos públicos, mas porque oram, evangelizam, visitam hospitais, presídios, e não se cansam de falar de Jesus nas praças, nas ruas, nos trens, aos familiares, colegas de trabalho e por onde andam. Esses tais, anônimos, mas eficientes evangelistas, certamente devem sofrer nas filas de hospitais, com médicos mal remunerados, sem remédios, e verem seus filhos, parentes e amigos estudando em escolas públicas com professores mal remunerados e sem estrutura.
    Ademais, quem é a favor da liberação de recursos públicos para a Marcha Para Jesus, ou para qualquer outro evento evangélico, não poderá se opor à mesma liberação para a Parada Gay, ou para qualquer outro evento dessa ou de outra natureza. Outros grupos de ativistas também se sentirão, com razão, no direito de reivindicar o mesmo tratamento. Dessa forma, lá se vão os recursos públicos, escassos, para patrocinar eventos em que estão presentes pessoas bem vestidas, com planos de saúde, bons carros, programas de TV, rádio, igrejas bem estruturadas, etc.
    “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. Tal frase foi proferida por Jesus (Mc 12.17), onde o Mestre definiu com clareza a autonomia e o respeito que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus); pois quando ambos se imiscuem, os resultados são drásticos.
    O resultado inexorável é o agravamento da situação de deterioração dos serviços públicos já precários. Muitos cristãos, dizimistas e ofertantes em suas igrejas, certamente iriam preferir os recursos públicos em hospitais, escolas, saneamento básico e em outras obras que melhorem a qualidade de vida de toda a sociedade local, religiosa ou não.
    Isto porque, os grandes pregadores que evangelizaram áreas de elevado percentual de evangélicos, como a Baixada Fluminense, e outras regiões do país, não estarão nos trios elétricos.
    Se o evento fosse evangelístico, ao invés de patrocínio com recursos públicos, seria patrocinado com ofertas, e não poderiam ficar distante dos trios elétricos os verdadeiros evangelistas que pregam diariamente pelas ruas, em hospitais, presídios, sem ter pelo menos um megafone. Por ser político, e não quero tirar a legitimidade do movimento, possui patrocínio público e até da Rede Globo, conhecida emissora que não tem em sua grade de programação qualquer programa evangelístico: aprecia a parceria com evangélicos, mas não mostra qualquer aderência com o Evangelho de Cristo.
    As pessoas mais pobres que carecem da estrutura dos serviços públicos para sobreviver, não terão força política para montar grandes movimentos e terão seus interesses colocados em segundo plano, enquanto evangélicos, ou ativistas bem aquinhoados, bem vestidos, de classe média, com seus planos de saúde, com seus filhos em escolas particulares, no conforto dos seus carros, com residência em bairros nobres, desfilarão nas áreas mais famosas da cidade, com visibilidade na mídia, usando os recursos que faltarão em hospitais sem remédios e leitos, escolas sem professores e estrutura, e em cada atividade da administração pública. O que Jesus Cristo tem a ver com isso? Tudo isso poderia acontecer, mas com recursos próprios das igrejas que querem “evangelizar” ou mesmo se promover. Por fim, neste cenário, parece cumprir outra palavra de Jesus: “Porque ao que tem, ser-lhe-á dado; e, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado”. Marcos 4:25. Para o povo, que não tem bons serviços públicos, até o que tem lhe será tirado. Para os fracos na fé que mergulham no ativismo puro, até o que têm, também lhes será tirado. Que o Senhor Jesus nos guarde de tamanho desastre.

    Por Paulo Teixeira
    Paulo Teixeira é carioca, cristão evangélico da igreja Assembleia de Deus e atua na internet como blogueiro e articulista, desde 2007, focando assuntos sociais, políticos e religiosos, analisando-os sob a ótica cristã. Licenciado em matemática pela Universidade Castelo Branco (UCB/RJ) e graduando em história pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Perfil no Twitter: @PauloTeixeira

    quinta-feira, 2 de maio de 2013

    O Evangelho é o Poder de Deus

    Os dias são maus, vivemos dias difíceis, uma sociedade alienada é o que se vê, todavia apenas uma pequena parcela com um olhar crítico pode perceber, pois se coloca de fora para poder enxergar o que realmente está acontecendo com o mundo em todas as esferas, poítica, social, econômica, cultural e religiosa. 

    Em meio a tudo isso temos aqueles que proclamam o Evangelho de Cristo, declarando o seu poder de transformar o homem. Será?! será que realmente esse Evangelho que é proclamado transforma realmente avida daquele que ouve? Então, por que tanta corrupção? por que tanta violência? por que tanta promiscuidade? por que tanto escândalos até mesmo dentro da própria igreja? por que, não temos um país transformado, se na atualidade quase todos, para não dizer todos, no Brasil já ouviram o Evangelho de Cristo? por quê?! por quê?! por quê?!

    Alguma coisa deve estar gravemente errada, com o Evangelho ou com as pessoas que pregam o Evangelho, ou, ainda, com os dois! Ora, se esse Evangelho que está sendo pregado não tem poder para transformar o homem, nem eles mesmos, os pregadores, são novas criaturas, continuam sendo os mesmos e nem o Evangelho é o Evangelho de poder, pois aquele que tem um encontro como o Poder de Deus não pode ser mais o mesmo.

    Sendo assim, chegamos a conclusão de que o erro não está com o Evangelho de Cristo, mas com as pessoas que nunca tiveram um encontro com o Poder de Deus e que pregam outro evangelho e não o Evangelho de Cristo, ou seja, pregam  um evangelho que não tem poder nenhum, a não ser o de prender as pessoas a uma alienação religiosa que leva a morte.

    Concluo citando um trecho da carta do apóstolo Paulo à igreja em Roma: "Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê." (Rm 1. 16a).



    quinta-feira, 28 de março de 2013

    PSC decide: Marco Feliciano vai permanecer à frente Comissão de Direitos Humanos

    PSC e Marco Feliciano não sucumbiram ante à pressão dos defensores do aborto, da legalização da prostituição e da agenda gay.

    O PSC anunciou na tarde desta terça-feira, após reunião do partido, apoio à permanência do deputado Marco Feliciano (SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos. Em nota divulgada ao final da reunião, na qual participaram deputados e integrantes da executiva nacional da legenda, o PSC pediu respeito das demais lideranças partidárias na Câmara à indicação do PSC. O partido pediu também que militantes contrários a Feliciano “protestem de maneira respeitosa”. O partido defendeu ainda que Feliciano é ficha limpa e foi eleito pela maioria dos integrantes da comissão.

    Comentário:
     Parabenizo o Pr. Marcos Feliciano, por não recuar voltando atrás em sua decisão depois de escolhido pela maioria dos integrantes da comissão, parabenizo também o PSC por apoiá-lo na decisão do referido deputado de permanecer à frente da Comissão de Direitos Humanos. 

    O que uma minoria de "politiqueiros" quer é desviar a atenção do povo das suas reais intenções, que é defender interesses próprios, interesses esses que são contrários aos valores morais e sociais tutelados pela nação, assim quero dizer aos defensores do aborto e da legalização da prostitução e da agenda gay que democracia é a representatividade do povo por "um" ou "um grupo" que é eleito pela minoria da nação, ou seja, quem representa o povo no congresso está lá não por que foi eleito pelos votos de todos os eleitores do país, mas por um grupo menor, todavia eleito deve representar o todo e não só os que o elegeram. Em outras palavras, em nível federal, os deputados, senadores e o presidente foram eleitos para servir aos interesses da nação.

    Deixo aqui meu repúdio por esses grupos que ignoram a nossa constituição, que é conhecida como constituição   cidadã, por valorizar e preservar e fazer valer os direitos dos cidadãos brasileiros, coisa que esse "politiqueiros" não fazem, ferindo por várias vezes e de diversas maneiras a nossa Carta Magna. O povo tá a cada dia criando uma consciência política, creio que os dias dessa corja de políticos estão contados, sei que não vai ser da noite para o dia, mas as gerações futuras serão, com certeza, mas críticas e conscientes de seus deveres e obrigações, entendendo o poder que o seu voto tem e não mais venderão ou trocarão esse poder por uns trocados, favores ou uma cesta básica. 

    terça-feira, 26 de março de 2013

    Digamos NÃO à novela evangélica na Globo


    Novela com heroína evangélica não traria a mensagem central da Bíblia, mas apenas faria marketing dos evangélicos

    De olho exclusivamente no crescente e promissor mercado evangélico a Globo tem feito de tudo, ou melhor, quase tudo, para agradar o segmento.
    Até agora a Globo tem oferecido alguns espaços ao gospel: Festival Promesssas, participação de cantores gospel em programas da emissora, cobertura jornalística das Marchas Para Jesus e de alguns outros eventos evangélicos, reuniões com algumas lideranças evangélicas et cetera.
    E como o cerne da questão é meramente mercadológico, a Globo já vem logrando êxito na empreitada. Cantores evangélicos, por exemplo, começaram a gravar, desde 2008, pela Som Livre, gravadora que pertence às Organizações Globo, fundada em 1969. E este ano emissora carioca vai emplacar a 1a Feira Internacional Cristã, a ser realizada em São Paulo no mês de julho.
    Quem preveria que aquela que sempre foi estigmatizada como a algoz dos evangélicos iria afagá-los um dia? Os tempos mudam. Sim, mudam. Mas a Globo mudou? Acredita-se piamente que por lá nada mudou. Seus programas de afronta aos  princípios cristãos e aos valores familiares  continuam de ‘vento em popa’. A Globo apenas trocou as alfinetadas nos evangélicos pelo bom mocismo oportunista. Somente.
    >>> Empresa da Globo que produz Festival Promessas organiza evento do Carnaval baiano (foco também em outros nichos de mercado)
    .E, na ânsia de querer mostrar ao público evangélico que a Globo foi exorcizada, tem gente – do nosso meio – querendo forçar a emissora a exibir uma novela com heroína evangélica.
    >>> Pastores pediram à Globo uma personagem evangélica heroína nas novelas
    Não se sabe ao certo qual será a posição da Globo sobre a questão.
    Todavia, a Globo, para passar a imagem de que está mudando e amarrar de vez muitos crentes, poderia até exibir uma novela para notabilizar os evangélicos. Só isso e nada mais além.
    Porém, que benefícios isso traria aos evangélicos, ao Brasil ou à igreja?
    Os evangélicos seriam ovacionados ao passarem pelas ruas, ou no trabalho ou mesmo perante a vizinhança? Claro que não! E se fossem, que glória haveria?
    Tudo permaneceria com antes. Os que dão bons testemunhos continuariam limpando-se cada vez mais e os maus cristãos, sujando-se cada vez mais. A novela não mudaria nada em relação aos cristãos evangélicos, pois é “mister que venham os escândalos”, como disse Jesus.
    Se alguém iria obter êxito com a tal novela evangélica, certamente não seria a comunidade evangélica nem a Obra de Deus, mas a própria Globo. A audiência seria levada à estratosfera.
    A novela esvaziaria muitos templos. Plano perfeito do adversário.
    Imaginemos irmãos deixando de ir aos cultos ou abandonando o templo antes do término da reunião de oração para fitarem os olhos na Globo e admirarem a ‘santa’ novela.
    Imaginemos irmãos reunindo-se nas casas, não para falarem das coisas relacionadas ao Reino, mas tecerem comentários sobre os próximos capítulos da ‘abençoada’ novela.
    Imaginemos os personagens da novela evangélica sendo citados como referência nas pregações ou nas aulas da Escola Bíblica Dominical.
    Imaginemos, imaginemos …
    As mais desgostosas suposições podemos conjecturar.
    Saindo das hipóteses, uma coisa posso afirmar com a mais absoluta certeza: se exibida, a novela evangélica da Globo não traria a Mensagem do Evangelho. Não. Jamais. Em hipótese alguma.
    Por que? Porque a mensagem bíblica colide frontalmente com os princípios que norteiam a produção dos programas da Globo, como as novelas, minisséries e outros.
    O adultério, a mentira, o homicídio, a devassidão, a fornicação, a prostituição, o homossexualismo, a idolatria, o desrespeito dos filhos aos pais, a falta de amor no lar, a feitiçaria e tantos outros são condenados pela Palavra de Deus e em suas novelas a Globo sempre exibe, com elegância,  cenas com uma ou mais práticas citadas.
    A Palavra da Verdade expõe o pecado.
    Portanto, como evangélicos não devemos corroborar com a ideia de se ter uma novela com heroína evangélica, pois a Globo já tem sua preferência religiosa e não vai abrir mão disto.
    A igreja não pode estar refém da Globo.
    Nos evangélicos não precisamos mendigar ações marqueteiras a nosso favor.
    Cristianismo não é entretenimento.
    Jesus Cristo não morreu na Cruz para que o Evangelho fosse negociado.
    Evangelho e marketing não combinam.
    Vigiemos, o adversário não dormita!
    Por Paulo Teixeira
    FONTE: GNOTÍCIAS

    sábado, 23 de março de 2013

    Deputado gay Jean Wyllys ofende cristãos e declara guerra aos “inimigos”


    O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.

    Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus “inimigos”.

    O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.

    Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o “casamento” homossexual, as cartilhas de suposto combate à “homofobia” do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.

    Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.

    Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos dos militantes gays e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser “membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo” (sic) e estar praticando “perseguição” a ele.

    Fonte: Jornal do Brasil

    sexta-feira, 22 de março de 2013

    Nota de Esclarecimento

    Geaça e paz!
    O nosso blog esteve por alguns dias off-line devido a problemas técnicos na rede, pesso desculpas ao nossos amigos e colaboradores. Entretanto, agora, estamos de volta, e estaremos atualizando a nossa página o mais breve possível.
    Obrigado pela compreensão.

    Shalom Adonai.

    segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

    Culto de Domingo IBNS: Como Crescer Espiritualmente


           O grande desafio da Igreja Batista Shalom esse ano é o crescimento, não só em quantidade, mas    em todas as áreas. Pensando nesse propósito o Pr. Abdenach tem procurado se esforçar buscando em Deus a direção para tal propósito. Nesse domingo, ele ministrou um sermão cujo tema foi "Como Crescer Espiritualmente", usou como base bíblica o texto de 2Pedro 3.18, entretando fez aleitura do versículo 1º ao 18.

            
         O pastor iniciou falando sobre a necessidade de crescermos em todas as áreas de nossa vida, mas se não cuidarmos do lado espiritual estaremos fadados ao fracasso, ele disse: "Quando não crescemos espiritualmente qualquer coisa nos abate". Enfatizou a necessidade de lermos a Bíblia, não só ler, mas estudá-la, também falou da importância da oração em nossas vidas, cultivar o hábito de orar irá contribuir em muito para o nosso crescimento espiritual.

           Depois da introdução o líder da IBNS abordou alguns pontos importantes para que cada cristão cresça espiritualmente, o que ele chamou de "Passos para Buscar Crescimento Espiritual".

       Colocarei aqui cada passo com as referências indicadas(o esboço), não me aprofundando nos pormenores da ministração:

    1º - DEDIQUE SUA VIDA A CRISTO
    Mt 11.28-30 - Convite Universal
    Mt 10. 32-33 - Resposta Individual
    Jo 3.14-18;17.03
    Gl 2.20
    2º - SAIBA LIDAR COM O PECADO
    Sl 32.1-5
    Mt 5.17-26; 12.33-37
    3º - LIVRE-SE DA PREGUIÇA ESPIRITUAL
    4º - ESCOLHA O MÉTODO DE CRESCIMENTO
    5º - RESOLVA SER UM DISCÍPULO
    2Tm 2.2
    6º - DEDIQUE SUA VIDA VISANDO UM CRESCIMENTO ESPIRITUAL CONSTANTE

    O pastor Abdenach trouxe também ao conhecimento da igreja uma estatística de um orgão americano de pesquisa que assinalou o perfil dos crentes atuais:

    20% NÃO ORAM
    25% NÃO LEÊM A BÍBLIA
    30% NÃO VÃO À IGREJA
    40% NÃO CONTRIBUEM PARA NENHUM PROPÓSITO
    50% NÃO FREQUENTAM A EBD
    60% NÃO VÃO AO CULTOS NO MEIO DA SEMANA
    70% NÃO OFERTAM PARA MISSÕES
    80% NÃO VÃO PARA AS REUNIÕES DE ORAÇÃO
    90% NÃO FAZEM CULTO DOMÉSTICO
    95% NÃO LEVAM UMA ALMA PARA JESUS
    99% NÃO ACOMPANHAM O DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS QUE ELAS CONSEGUEM LEVAR A UMA DECISÃO POR CRISTO.

    Finalizando a mensagem o preletor deixou uma lista dos benefícios docrescimento espiritual:

    1 - Relacionamento mais próximo com Deus;
    2 - Condulta semelhante a de Jesus Cristo;
    3 - Se torna um líder espiritual de que sua família necessita;
    4 - Força espiritual necessária;
    5 - Você se torna exemplo de fortalecimento e de maturidade espiritual para as outras pessoas;
    6 - Você consegue desenvolver recursos espirituais para transmiti-los a outras pessoas.

    Assim, fomos muito edificados nesse domingo, 13 de Janeiro de 2013, a palavra foi profunda, não postei tudo que foi ministrado, ficaria  prolixo o post. Quem esteve na Shalom só ganhou, pois Deus falou aos nosso corações, para nos corrigir e nos abençoar.

    Shalom!

    Foto:
                                                       Em cima no púpito, Pr. Abdenach
                                                       Em baixo: Líder de intercessão, Denis.


    Video:
                                                                 Leitura do texto bíblico