segunda-feira, 16 de março de 2020

O Evangelho de Marcos

Marcos 1. 40-45

40 E aproximou-se dele um leproso, que, rogando-lhe e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me.
41 E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo!
42 E, tendo ele dito isso, logo a lepra desapareceu, e ficou limpo.
43 E, advertindo-o severamente, logo o despediu.
44 E disse-lhe: Olha, não digas nada a ninguém; porém vai, mostra-te ao sacerdote e oferece pela tua purificação o que Moisés determinou, para lhes servir de testemunho. 
45 Mas, tendo ele saído, começou a apregoar muitas coisas e a divulgar o que acontecera; de sorte que Jesus já não podia entrar publicamente na cidade, mas conservava-se fora em lugares desertos; e de todas as partes iam ter com ele.

9. UM HOMEM QUE TINHA COMPAIXÃO PELAS PESSOAS

A lepra era a doença mais terrível daquela época, considerado pelo povo como a pior enfermidade, a mais temida, a mais sofrida, a de consequências mais graves.

A lepra era um símbolo da ira de Deus contra o pecado. Os rabinos consideravam a lepra um castigo de Deus.

O Senhor Jesus amava de todo o seu coração as pessoas, a grande motivação em sua missão era esse profundo amor pelas almas. Percebe-se no texto, quando o leproso se aproxima de Jesus que Ele se compadece profundamente do homem.

Jesus sentiu compaixão pelo leproso em vez de pegar em pedras para o expulsar da sua presença. Jesus sentiu profundo amor por esse pária da sociedade em vez de sentir náuseas dele. Todos tinham medo dele e fugiam dele com náuseas, mas Jesus compadeceu-se dele e o tocou.



Por: Romildo Coelho dos Santos.
REFERÊNCIAS:
AMME. O Livro de Marcos. Santo André, SP. Ed. Mundo Cristão. 2015.
LOPES, Hernandes Dias. Comentários Expositivos Hagnos.

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